Publicado em Internet, Opinião

Blog dos Grisalhos: Nove anos

wp-1486144984181.jpgPois é, nove anos se passaram desde o primeiro post em 22 de janeiro de 2009. Nem eu imaginava que seria tão longevo.

Enfim, o que mudou?

Eu mudei, o mundo mudou, as tecnologias mudaram e o leitor também mudou, porque se você é seguidor desde o primeiro ano, hoje você está nove anos mais velho.

Obviamente, os meus pensamentos mudaram e com eles toda a minha vida ou partes dela. O que há nove anos era dúvida hoje é certeza. Antes o trabalho diário e hoje aposentado.

As perspectivas e os objetivos são outros. Antes sonhador e no momento atual realista sem perder a essência.

Há nove anos eu tinha um companheiro e hoje ele é o mesmo. Sorte? Não, amor próprio e a certeza de que ninguém é perfeito. Aceitar as imperfeições do parceiro é meio caminho para uma relação estável e sem neuroses.

Em quase uma década eu presenciei mudanças significativas ligadas aos cidadãos LGBT, com mais conquistas, mas com muitas ainda a realizar, principalmente quanto aos direitos dos idosos menos favorecidos terem acesso à saúde e uma velhice digna.

É claro que o principal problema não tem solução no curto ou médio prazo: a solidão e o isolamento. Quem tem uma vida confortável se garante e quem não tem vai levando com muitas dificuldades.

Mas é necessário ser positivo em qualquer situação, seja você jovem, maduro ou idoso porque de que adianta ficar se lamentando?

Nesses nove anos escrevi de tudo um pouco, mas na essência ficaram os escritos sobre estudar, trabalhar, poupar, viver uma vida simples e sem ostentação, aceitar-se como homossexual, pensar no futuro para viver uma velhice digna, fazer amigos, fazer sexo, se divertir, se arriscar, cair, levantar e recomeçar.

É preciso fazer um planejamento para o longo prazo e se não acreditar que chegará ao futuro, não terá futuro e se tiver terá muitos problemas e isso é um efeito cascata.

Se você não maximizar tudo o que está escrito neste penúltimo parágrafo viverá uma vida sem sentido e não adianta se arrepender depois. Seja resiliente em qualquer situação, seja física, psicológica ou social.

Enfim, a vida passa assim como passaram esses nove anos!

Anúncios
Publicado em Memória

Classificados gay dos anos 90

Suigeneris1Antes do advento da Internet uma das formas de correspondência entre gays era através dos anúncios classificados em revistas especializadas principalmente as masculinas e algumas para homossexuais. A coisa funcionava assim:

O sujeito escrevia uma carta de próprio punho com o anúncio desejado, muitos datilografavam a carta, colocavam pseudônimo e enviavam para a redação.

Muitas revistas cobravam a publicação do anúncio e a confirmação não era nada online e às vezes demorava alguns meses até a publicação. Algumas tinham o espaço dos classificados gratuitos pois eram chamarizes para vender a revista. A comercialização ocorria em tabacarias e bancas de jornais. Elas era penduras em cordéis e sempre com capas atrevidas e títulos sugestivos.

Uma vez eu embarquei naquele mundo dos classificados na revista Sui Generis em 1995. Naquela época eu tinha 35 anos.

Li o anúncio de um coroa de Juiz de Fora em Minas Gerais, mas como o anúncio não publicava telefone, eu escrevi uma carta para o homem que tinha como endereço uma caixa postal da cidade.

Depois de uns trinta dias chegou a resposta com um número de telefone para contato e naquele mesmo dia liguei e me apresentei como seu admirador. A voz do homem me deixou excitado, mas estranhei porque ele disse que estava sem tempo e pediu para eu retornar a ligação após as 21h daquele dia.

Bem, cumpri o prometido e retornei a chamada e para minha surpresa o homem disse ter 64 anos, viúvo e apaixonado por homens e queria dar pra mim. Morava sozinho numa fazenda da região da cidade e queria fazer sexo virtual comigo. Sim, naqueles tempos sexo via telefone era comum entre os gays.

Antes da primeira transa houve uma preparação do cenário com ambos expondo seus dotes e características físicas, tamanho do pênis, etc. e o homem queria ser enrabado ao telefone. Naquela primeira vez foram gritos de prazer, gemidos e frases sacanas e chegou ao exagero de dizer que já estava amando o seu macho. Obviamente, gozamos algumas vezes juntos outras tantas em descompasso, sem contar os calos de tantas punhetas.

Foi uma semana inteira de sexo virtual, cada dia mais tarde e sempre após 22h. Cada relação sexual durava em média 45 minutos e a conta do telefone comeu quase o salário de um mês de trabalho.

Um dia eu pedi pro coroa me enviar uma foto e como voto de confiança enviei uma foto minha na carta. No mês seguinte chegou uma foto desbotada daquelas de cor sépia e até desbotada pelo tempo. Esse namoro durou uns três meses até o momento quando eu disse que iria para Juiz de Fora nas férias para conhece-lo. Nunca mais tive notícias do fazendeiro e não atendeu mais minhas ligações.

Com muita sorte encontrei novo anúncio do mesmo homem na revista masculina que dizia o seguinte:

Tenho 65 anos, fazendeiro residente em Minas Gerais e procuro homem acima de 35 anos para relacionamento sério. Possuo dotes culinários e adoro cozinhar para homens de fino trato. Os interessados podem escrever para a caixa postal número tal. A tal caixa postal era a mesma para a qual eu escrevi alguns meses antes.

Como se vê o anúncio era um chamariz para os desavisados. Idade no limite da terceira idade, fazendeiro é sonho de qualquer gay mais jovem. Relacionamento sério é o que todos buscam para não se expor, além de pegar os interessados pelo estomago com culinárias exóticas ou regionais. Eram figuras carimbadas de norte ao sul do Brasil, sempre com as mesmas histórias e os mesmos personagens para atrair interessados.

Enfim, passam os anos, mudam as formas de comunicação, mas essência é a mesma.

Caro leitor, você percebeu que no meu relato o homem nunca me telefonou, as despesas sempre correram por minha conta. Nunca me senti usado e aquelas aventuras noturnas eram interessantes. O homem não queria nada sério, apenas sexo ao telefone, talvez fosse casado ou viúvo como relatou, mas não queria contato físico e nem era fazendeiro. Entrei na dança e aproveitei aquelas noites bem sacanas. Como bom observador percebi nos diálogos boa cultura e educação. Então comecei a divagar sobre o personagem. Seria ele um padre? Um político? Um escritor? Ou realmente um fazendeiro, talvez decadente?

Aquilo tudo valeu a pena porque na vida é preciso experimentar as situações que se apresentam e neste caso de uma forma muito bem-humorada.

Hoje os tempos são outros e o que era classificado de revista masculina banalizou. As revistas até existem, mas classificado é coisa do passado. Também eram legais as histórias e contos eróticos.

Quem viveu aqueles tempos sabe muito bem do que estou falando

Bom final de semana a todos os leitores!

Publicado em Curiosidade, Humor

+ homossexualidade no Post-It

post-it-grisalhosAssumir-se gay, até onde vale a pena? Tem gay que conta para o amigo, mas não conta para a família, outros contam para irmãos e não contam aos pais e a maioria esconde até deles mesmo!

Ex-gays? Isso é impossível! Talvez, bissexuais.
Feliciano: Homossexualidade é modismo.
 Quanto mais se falar de gays, mais a sociedade vai se acostumando…

Estudos atuais indicam vantagem evolutiva da homossexualidade
 Como eu poderia viver minha homossexualidade se eu estava infeliz como gay?

 A Moda agora é ser Ex-gay
o Não se deve heterossexualizar a homossexualidade.

Filho, onde foi que eu errei?

 >> Ser gay é fashion!

⇒Homossexualidade >> Um quebra-cabeça evolutivo
π Cientistas denunciam: A homossexualidade é o novo APARTHEID da África.

→ Ser gay ainda é crime em 40% dos países da ONU
  ♦ Mamãe, mamãe, meu amiguinho é gay!
⊂ O Papa diz: não julgar os homossexuais.
Católicos gays > audiência com o Papa.

 Moda gay masculina no Aliexpress.com

  • Todo gay tem bom gosto na hora de se vestir
  • Gays já conseguem comprar apartamento como casais.
  • Dia dos namorados: Casal gay na Campanha do Boticário.
  • Público gay consome, em média, 30% mais que consumidor hétero 

Divisão celular: Taí a explicação para a homossexualidade
⇔A homossexualidade é hereditária >>  Cruz-credo!
⇒ Google defende direitos dos homossexuais
♦ Agora homossexuais podem servir no exército sem restrição – Nos EUA é claro!

                          O filme Frozen induz crianças à homossexualidade.
 Documentos afirmam que o HOMEM ARANHA não é homossexual
♥ Porta Recado Homossexual – à venda na Elo7.

Papo entre deputados: A imprensa parece inebriada com a homossexualidade.
⇔ Aluno para a Professora: A homossexualidade é Inata ou Induzida?

♣ No Pet Shop: Olá procuro um husky siberiano, mas tem quer ser gay.

Leia também: Homossexualidade no Post-It

Publicado em Internet, Opinião

O blog dos grisalhos completou seis anos

sendak_headshotPutz! Seis anos e aqui estou escrevendo para os leitores dos Grisalhos.

Antes de escrever este post eu pesquisei e descobri que os blogs não tem vida longa, aliás, a maioria nasce e morre no primeiro ano.

Anualmente faço um resumo do que rolou no ano anterior e o último mostrou que os leitores ainda estão interessados nos assuntos aqui publicados. Veja ai do lado que já são quase 2,3 milhões de leituras e o alcance vai além das nossas fronteiras e Portugal perdeu para os Estados Unidos, o segundo lugar em número de leituras em 2014.

Durante o último ano, as críticas nos comentários aumentaram por conta de artigos, como direi: sombrios, tristes e realistas. Mas isso foi reflexo não apenas da realidade vivida por gays idosos, mas do meu próprio estado de espírito.

Ser gay no Brasil é muito difícil, mas conseguimos grandes conquistas, poucas apoiadas por nossos governantes através de leis e a maioria delas por conta da nossa coragem de ir à luta e quebrar paradigmas.

Tá bom, este ano eu prometo ser mais seletivo e trazer assuntos mais positivos, alegres e sem perder o foco nos temas sobre a realidade vivida por gays maduros e idosos.

Repito o que eu escrevi em 2013: As minhas experiências de vida e as experiências de outros gays que me escrevem diariamente contribuem para um conteúdo rico em informações sobre a nossa sexualidade, uma realidade muitas vezes triste, mas sempre com esperança por dias melhores.

Esses e outros incontáveis fatos dos últimos seis anos me motivam a pesquisar, conversar com pessoas, ouvir histórias e mesmo com erros e acertos trazer ao leitor a minha visão simples sobre a realidade dos gays.

Nota: O grisalho da foto não sou eu, é o Maurice Sendak que foi um ilustrador e autor de literatura infantil americano falecido em 2012. Eu, particularmente, adoro esta imagem e sempre a utilizo para ilustrar alguns posts.

Enjoy it!

Publicado em Consumo

Um olhar crítico sobre publicações homoeróticas

olhar_critico_g_magazineO envelhecimento parece não interessar a ninguém, inclusive aos gays.

Quando eu era jovem eu era cobiçado e desejado e olha que não faz tanto tempo assim. Hoje aos 55 anos percebo claramente como o homossexual vai desaparecendo à medida que envelhece.

A minha geração participou dos primeiros movimentos sociais em prol dos diretos e da identidade dos homossexuais. No decorrer desses anos conquistamos alguns direitos e liberdade, mas o próprio movimento gay não liberou esse preconceito de idade.

Eu me recordo de antigas publicações, como o Snob, Gente Gay, Pasquim e Lampião da Esquina que traziam notícias sobre o universo homossexual, violência policial e discutia-se a sexualidade. Com o fim do jornal em 1981 sobraram as revistas homoeróticas ou pornográficas, em sua maioria estrangeiras centradas na publicação de fotos de nu e cenas de sexo. Lembro-me também da revista SuiGeneris quesurgiu como produto da segmentação do mercado editorial que propunha discutir, com homossexuais e heterossexuais, questões relativas à homossexualidade.

A revista investiu numa possibilidade de afirmação do “ser gay” através de temas como cultura, comportamento, moda e entrevistas com grandes nomes do meio artístico/político nacional. Esta publicação buscava refletir a atitude do “assumir-se”, mas também destacava a validade do desejo homoerótico e buscava fortalecer a autoestima dos seus leitores. Circulou de janeiro de 1995 a março de 2000, quando, por motivos financeiros, encerrou sua publicação.

olhar_critico_juniorHá algum tempo eu acompanho as publicações da revista G Magazine lançada em 1997 e da Junior e o que pude constatar é que não existe espaço para os gays mais velhos; os ursos até ganham algum destaque porque se mostram másculos e viris e os poucos maduros ou idosos são apresentados de uma forma deturpada.

No caso da representação dos homossexuais idosos feitas nas revistas homoeróticas como a G Magazine e Junior, por exemplo, é válida a daquele que se cuida, que está preocupado em ficar com aparência de homem jovem e bonito; que procura sempre fazer com que a velhice não esteja ali, a mostra de quem quer ver.

Em boa parte das matérias, esses homens idosos e homossexuais aparecem como pessoas que só tinham desejos sexuais quando eram jovens. Na velhice, eles são representados como pessoas que não possuem desejos sexuais. Ser homossexual idoso, nas matérias dessas revistas, está ligado à imagem daquele que disfarça a velhice e que são carentes de relações afetivo-sexuais.

Estamos no meio da cultura da juventude: importa a masculinidade, mas também importa a idade. É como se os gays vivessem um eterno complexo de Peter Pan, onde o envelhecimento é o principal vilão que deve ser combatido a todo custo. Do contrário, deixará de ser um corpo desejado, tornando-se um corpo abjeto e que deverá ser escondido.

No tocante a homossexualidade, o corpo velho parece evidenciar uma espécie de pânico produzido pela imagem de deterioração legado pelo mito da velhice, cuja fragilidade e horror são amplamente produzidos no interior das “comunidades” gays, que produzem novos efeitos em torno de certa homonormatividade baseada no ideal de juventude e individualismo.

Mais do que nunca, a homossexualidade está sempre ligada ao “ser jovem”, consequentemente, a ideia do ser jovem não deve aparecer apenas no rosto, mas também no corpo que deve sempre ser “sexy”, “gostoso”, “malhado”, “sarado”, “atlético” e “saudável”.

olhar_critico_sui_generisOscilando entre a imagem da “tia velha”, exageradamente efeminado, desprovido de atrativos e meio gagá, e a do “tiozinho tarado”, capaz de atacar inesperadamente qualquer jovem “inocente”, os homossexuais idosos representariam uma das formas mais proeminentes de alteridade abjeta e excluída dentro da atual experiência “positiva” da homossexualidade masculina.

Eu digo isso sem nenhum receio de ser criticado, pois se observa, por exemplo, na imprensa voltada para grupos minoritários, em especial ao público homossexual masculino, a existência de publicações que não atribui automaticamente um lugar de fala para o homossexual na sociedade. Indo mais além, através das revistas voltadas para os gays é possível analisar qual o espaço e representações que elas fazem do desdobramento desse grupo, pois até então, é como se os homossexuais idosos não existissem, há um silencio no tocante a existência desse grupo tido, normalmente por essas publicações homoeróticas e pelos próprios homossexuais, como pessoas duplamente abjetas, isto é, pela questão da idade e do corpo, que vai fugir do padrão de desejo.

Lidar com as limitações biológicas da vida e aceitar o corpo em degeneração continuam sendo um dos principais desafios dos gays no mundo moderno, basta observarmos a obsessão que as pessoas, têm com as formas corporais e a apresentação juvenil que atravessa todo o complexo da moda, das academias de ginástica, dos anabolizantes, dos cosméticos e da cirurgia plástica.

Se a preferência pela juventude e a antipatia pela velhice é comum na história das concepções sobre envelhecimento, e também constituem sentimentos disseminados na chamada cultura de consumo, eles parecem atingir o seu ápice quando se considera a chamada “cultura gay masculina” dos centros urbanos e das metrópoles.

Nesse cenário, aparentemente marcado pelo hedonismo e pela obsessão com atributos físicos capazes de suscitar atração e desejo, em que tudo parece girar em torno de um mercado sexual hierarquizado por critérios de juventude e beleza, não há lugar para pessoas de mais idade, que carregam os estereótipos derivados da depreciação de sua atratividade como parceiros sexuais.

Aos mais velhos, só resta pagar para desfrutar de companhia fugaz e arriscada. E essa concepção ou “verdade” que geralmente está inserida no contexto ao ser gay idoso, pois a verdade pode ser vista como social e histórica.

Publicado em Internet, Opinião

O blog dos Grisalhos completou cinco anos

blog_cinco_anos
Clique para ampliar

Quando eu comecei a escrever este blog eu tinha 49 anos e hoje tenho 54. Nesse período de cinco anos o conteúdo dos posts amadureceu naturalmente.

Estamos perto de atingir 1.8 milhão de leituras e isso graças à publicação constante de novos artigos e ao pessoal do Facebook que sempre passa por aqui para se atualizar. Por lá já temos mais de 1.100 seguidores.

Na imagem deste post estão os dados de acessos do blog nos últimos dois anos. Eles demonstram o alcance e abrangência dos GRISALHOS em diversos países do mundo.

Vale lembrar que o acesso ao blog via Smartphone cresceu mais de 100% no último ano e mais de 200% em acessos via Tablet.

A seguir a lista dos cinco post publicados em 2013 e os mais lidos:

  1. Sexo anal entre gays – mais de 9 mil leituras
  2. Um gay idoso sem fogo no rabo – mais de 8 mil leituras
  3. Os coroas gays querem apenas sexo? – mais de 5 mil leituras
  4. O comportamento social dos gays idosos – mais de 4 mil leituras
  5. Filme: When I’m sixty four – mais de 3 mil leituras (*)

Esse último (*) o campeão de curtidas no Facebook.

Enfim, mais um período se inicia e neste ano os artigos serão mais pessoais, com vivências e experiências próprias ou de outros gays idosos que participam do blog enviando sugestões ou relatos de suas experiências de vida.

Agradeço a cada leitor dos GRISALHOS, a oportunidade de poder compartilhar temas sobre a homossexualidade de uma forma geral e específica do mundo dos gays maduros e idosos.

Obrigado

Regis

Publicado em Curiosidade, Humor

Homossexualidade no Post-It

post-it-grisalhosv  Hoje é Halloween…mas tem gente fantasiada desde que nasceu!!!

v  O armário está cheio de fantasias!

v  Acadêmicos já estudam a Ciência do Arco-Íris

v  Velhice gay! o que é isso?

v  Atração por pessoas do mesmo sexo? Ainda não existe consenso sobre a resposta

v  Especialistas já sabem definir quem é gay.

v  Casamento gay é um PARADOXO – É casar e separar.

v  Homossexual = Fatores biológicos + Experiências de Vida.

v  Todas as manifestações DA sexualidade humana são multicausais.

Freud Explicou: Gays tiveram relação fragilizada com o pai por culpa de alguma interferência da mãe.

A genética explicou: A sexualidade é determinada exclusivamente por um gene do cromossomo X.

v  E se… tivéssemos mais gays no mundo?

v  O gay é definido pelo primeiro registro cerebral de uma experiência prazerosa.

v  O efeminado deve ser tratado como homem ou mulher?

v  Todos os remédios contra o preconceito envolvem um fator indispensável: TEMPO

v  Os gays do século XX tinham dúvidas sobre seus desejos sexuais, sentiam culpa por desejar homens, ou seja, assumiam uma identidade homossexual tipicamente contemporânea.

v  A homossexualidade se opõe à heterossexualidade. Uma não existe sem a outra.

v  Gay e Cristão: Tá na bíblia

v  A homossexualidade masculina é explicada pelo predomínio do lado direito do cérebro

v  A homossexualidade é anacrônica para expressar a experiência humana.

v  Homoerotismo ou homossexualidade? Prefiro a última!

v  Homossexualismo? Nunca ouvi falar. O que é isso?

v  Os gays existem desde os tempos das cavernas!
 
 
E ai, caro leitor dos GRISALHOS. Qual o seu POST-IT sobre homossexualidade? COMENTE.

Referências:

Same-Sex Marriage: Pro and Con – Andrew Sullivan (editor), Vintage Books, EUA, 1997