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Práticas sexuais: masturbação e boquete

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A promiscuidade existe em todos os grupos humanos e entre os gays não é diferente. Existe um mundo à parte onde o sexo é o centro deste universo e é povoado por um número incalculável de homossexuais que praticam o sexo de todas as formas.

No meio gay existe um submundo, uma subcultura do falo, onde masturbar ou chupar o pau de outros homens é quase religião.

Tem homens que são exímios chupadores e adquiriram excelência na arte de chupar praticando com uma infinidade de parceiros desconhecidos e anônimos. As práticas ocorrem em locais de grande frequência de homossexuais, invariavelmente enrustidos, seja em saunas ou nos tradicionais cinemas de pegação. Apesar do declínio dos últimos 15 anos, o cinema como locar para sexo anônimo entre homens ainda existe.

Para ser um exímio chupador é necessário anos de prática, regular e constante, toda semana ou pelo menos uma vez por mês e nesta frequência a quantidade de parceiros também é incalculável. Há relatos de chupadores compulsivos com média semanal de cinco a dez parceiros diferentes.

Essa prática é comum entre os jovens e é um dos ritos da iniciação sexual. Existem gays que não conseguem se libertar deste mundo e envelhecem dentro dos ambientes fechados e insalubres e são identificados como as tias velhas chupadoras.

Outra prática é a masturbação. Existem gays que não gostam de sexo anal, logo se tornam exímios masturbadores, pois são fanáticos e adoradores de paus, grandes, grossos e gordos.

O masturbador tem tendência de se tornar chupador porque a manipulação frequente seduz ao boquete, salvo exceções daqueles que não gostam de colocar um pau na boca por questões de higiene ou medo de doenças venéreas.

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A combinação da prática dessas duas modalidades de sexo é chamada de adoração ao falo. O pênis é cultuado como símbolo de poder em várias culturas no mundo. Até hoje, itens e objetos fálicos fazem parte de nosso cotidiano.

Um amigo dizia: Viado que nunca masturbou ou chupou o pau de outro homem não é viado é santa.

As práticas sexuais de masturbação e boquete são tão antigas quanto a humanidade. Algumas culturas, antigas e modernas, veneram, esculpem e usam o pênis como adornos. Outras, como a nossa cultura judaico-cristã, consideram melhor pra todos os envolvidos mantê-lo escondido.

Atualmente e principalmente os jovens gays tatuam pênis em suas pernas e bundas e não é de se estranhar outros tipos de tatuagem.

Outro amigo dizia: Viado que passa a vida de joelhos para chupar um cacete é escrava do falo, jamais será senhora.

Chupar ou masturbar o parceiro é normal quando se considera como preliminares do sexo, afinal a relação tem que ser completa para criar algum vínculo, senão é apenas objeto, não de iniciação sexual, mas de compulsão e doença.

Enfim, tudo é possível tudo é permitido, mesmo que confinado em guetos sexuais, e aqueles que têm compulsão por essas práticas recomendo tratamento psicológico, porque não é normal passar a vida chupando ou masturbando homens.

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A homossexualidade abstêmica

sexo_anal_gay_maduroPois é, isso existe e é praticado por boa parcela da população homossexual, tanto masculina quanto feminina.

Os motivos de abster-se de sexo com outro parceiro são vários e passa principalmente por educação religiosa. Há aqueles que não aceitam a homossexualidade, logo, não praticam sexo e passam meses e até anos sem contato físico com outro homem.

Para quem não sabe está na bíblia: Levítico (20:13): “Se um homem se deitar com outro homem, como se fosse com mulher, ambos terão praticado abominação.”

Os gays neopentecostais e católicos praticantes seguem à risca os dizeres bíblicos e eu não sei até onde isso é bom.

Os mais jovens e dependentes da família optam por viver uma vida regrada para não gerar conflitos, logo, sexo está fora da agenda.

Assim como em qualquer sociedade, os gays também são conservadores e praticantes dos bons costumes e colocam a sexualidade de lado para exercer comportamentos “ditos” normais do padrão heteronormativo, mesmo que sozinhos.

Isso ocorre também na maturidade e na velhice. Gays maduros e idosos desencantados da vida por frustrações amorosas optam pelo celibato e sem sexo.

Outro motivo muito frequente no dia-a-dia dos gays é a desesperança com o próprio ser humano. Não acreditar nas pessoas faz retrair os desejos e quando se percebe o tempo passou e não volta mais.

A homossexualidade abstêmica vai desde a falta de oportunidades nas praticas sexuais por questões sociais identificadas em pequenas localidades deste país, passa por ideologias notadamente conservadoras e de direita e chega ao cotidiano de todos como uma opção momentânea e passageira, falta de parceiros compatíveis, traumas da vida real, não aceitação e culpa.

Sobre os traumas complemento dizendo que muitas vezes os gays pensam no sexo como uma coisa maravilhosa e prazerosa e quando ocorre violência sexual, isso gera bloqueio psicológico que inibe a pratica sexual.

Além da violência, traumas decorrentes de roubos e situações de perigo geram bloqueios mentais.

E por fim, a individualidade dos tempos atuais conflita com o compartilhar a cama com outro parceiro.

Não por acaso, outro dia conversando com um amigo este assunto surgiu na conversa e depois de muitas suposições concluímos que o século XXI, é do amor livre, do sexo pelo sexo, sem o envolvimento emocional e de certa forma isso contribui para uma parcela da população homossexual nem pensar em praticar sexo com outro.

Obviamente, muitos se acabam na punheta, porque quer queira ou não, o homossexual se sente atraído por outro homem, é natural. Também, se abster do sexo é uma opção e cada um sabe o que é melhor para a sua vida.