Gay maduro ou idoso e o histrionismo

blog_dicas_histrionicoO gay masculino que sofreu violência física e emocional durante a infância ou adolescência, na idade adulta poderá desenvolver algum tipo de transtorno de personalidade e um deles é o transtorno de personalidade histriônica muito comum entre os gays e se caracteriza pela tendência a ser dramático, querer atenções para si mesmo, ser um eterno “carente afetivo”, apresentar comportamento sedutor, manipulador, exibicionista, fútil e exigente, que muda facilmente de atitudes e de emoções.

Histriônicos necessitam de aprovações e sentimentos de ser importantes para outras pessoas, o que faz frequentemente exigirem que as outras pessoas também corram excessivamente atrás deles com o objetivo de se sentirem confortados, cuidados e amados.

Quando estão carentes de afeto ou percebem que não são mais o centro das atenções sentem-se desconfortados, tristes e excluídos, podendo ter uma crise emocional exagerada, bem como manipulações emocionais (ex.: acusações, exigências, tentativa de suicídio) ou sedutoras.

Além disso, tendem a considerar os relacionamentos como mais íntimos do que geralmente são. Uma característica típica também da personalidade histriônica é a dificuldade de aceitar e resolver problemas o que consequentemente faz reprimi-los, levando a um quadro denominado histeria, uma capacidade que histriônicos têm em converter problemas emocionais para sintomas supostamente físicos.

Existe um vasto dicionário na Internet sobre este assunto, portanto recomendo a você para pesquisar e ler bastante, porque parece simples, mas não é.

É importante para o gay maduro e principalmente os idosos cuidar muito bem da saúde emocional, porque na velhice é muito difícil curar-se de doenças psicológicas. Se você se identifica com a doença relatada neste post recomendo procurar um psicólogo e fazer tratamento, que além de muito difícil e bastante demorado.

Recortes da cena entre gays

generation-gay-raphael-perez-2001Relacionamentos: Após o fim de um caso, não adianta querer “ficar amigos”, porque o lado fragilizado vai fazer de tudo para impedir a felicidade do outro – Há exceções, mas são casos raros.

Amizades: Sim, existem amigos no meio gay, mas amizade pressupõe afinidade, afeto e confiança e esse conjunto não garante amizades verdadeiras porque o hedonismo predomina e a amizade é minada justamente na confiança. E é importante lembrar que se a sua amizade está centrada na busca de segurança, de não sentir-se ameaçado sexualmente, as chances de ter um amigo são reduzidas.

Inveja: É o que não falta no meio, mas há um cuidado a tomar, pois a maioria enxerga o desabafo com amigos como um perigo, pois nas relações a traição ou competição por parceiros são ameaças constantes.

Sexo: A sexualidade é o aspecto central da nossa personalidade por meio da qual nos relacionamos com os outros. A homossexualidade é o aspecto mais conflituoso e controverso, portanto, é aceitar ou aceitar.

Competição: Tai outra coisa que é comum no meio gay. As regras da atração tornam a competição uma coisa selvagem. Não existem regras de conduta, é cada um por si e ai tudo vai por agua abaixo, desde amizades até relacionamentos de longos anos.

Ciúmes: O ciúme também é sinônimo de inveja por denotar sentimento de inferioridade em relação a uma terceira pessoa. Entre gays o ciúme é mais comum do que entre heterossexuais e ocorre principalmente entre casais.

O relato a seguir ocorreu em Portugal.

Manuel, 63 anos, não aceitava que Fernando, de 44, tivesse outros amigos e ameaçou contar pra todo mundo que mantinham uma relação homossexual. Fernando não gostou da ameaça do companheiro e, durante uma discussão, movido por ciúmes, espancou-o até à morte.

Os dois homens mantinham, uma relação homossexual. No entanto, o fato de Fernando ter começado a levar novos amigos para casa não agradou a Manuel, que, numa visita ao companheiro, o ameaçou, dizendo que, caso não deixasse de ver esses amigos, contaria a todos que mantinham um relacionamento amoroso.

De certa forma os gays tornam-se vulneráveis com o passar dos anos, ou, por traumas de relacionamentos ou déficit emocional. A dependência de outra pessoa é fato muito comum, principalmente na velhice e a percepção das perdas torna-se um instrumento que leva as pessoas a cometer atos irracionais e impensados.

Crédito da imagem: Raphael Perez – 2001

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