Arquivo mensal: maio 2013

Sexo anal entre gays

sexo_anal_gay_maduroO fato de ser um tabu ou representar algo proibido é um fator a mais para os homens considerarem o sexo anal atraente entre quatro paredes.

O sexo anal é uma das modalidades mais desejadas pelos homens, mas, para as mulheres, é bem diferente – a maioria delas não aceita ou simplesmente não gosta.

Dar o rabo é um tabu e ao longo da história o sexo anal foi conhecido como um “fruto proibido”.

Na impossibilidade de praticar o anal com suas mulheres, muitos homens procuram os gays, principalmente, travestis para satisfazer seus desejos. Também, enrabar alguém passa a ser um padrão quando se trata de pornografia.

Quanto aos gays, bem, aí é outra história.

É bom lembrar que nem todos os homossexuais praticam sexo anal, ou estou escrevendo alguma inverdade?

Os gays ativos gostam de estar no poder. Manter-se em vantagem pode ser muito excitante para eles, especialmente para aqueles que não são muito dominadores no seu próprio dia a dia.

Existem parceiros que tem os seus papéis sexuais muito bem definidos e não tem nenhum problema na relação sexual, porque cada um sabe exatamente o que quer e isso ajuda a manter a relação por longos períodos.

Os papeis sexuais entre gays não são fixos e podem variar de acordo com o momento ou o parceiro. Não existe aquilo de “uma vez ativo sempre ativo”. Hoje pode fazer o papel de ativo e amanhã de passivo.

Os gays com problemas de aceitação do papel do passivo sofrem com problemas psicológicos. É uma luta constante para derrubar tabus que vão desde a submissão passando pela dor física e medo de doenças, até os questionamentos da própria sexualidade – Se gostam de pegar e acariciar cacetes porque não gostam de senti-los dentro de si?

Sexo anal é cru e primitivo e isso aumenta a libido dos envolvidos. Quando um dos parceiros se coloca disponível para este tipo de situação, existe um fator a mais para que o outro se sinta excitado.

O fato de um parceiro desejar sexo anal pode demonstrar o quão íntimo está de seu parceiro. O sexo anal exige preparo, comunicação e muitas preliminares para que o ato aconteça. Esta modalidade demonstra amor e confiança do parceiro que está disposto a oferecer tudo o que o outro deseja.

Existem diversos tabus e lendas de que o sexo anal é prejudicial à saúde ou que causa lesões irreversíveis no canal anal e no reto. O máximo que pode ocorrer são dores ou sangramento, além de todos os cuidados com a higiene e a precaução contra doenças sexualmente transmissíveis.

O Ponto G masculino: Sim ele existe e está localizado na parede retal anterior a cerca de 8 cm da abertura anal e quando manipulado de forma delicada gera prazer para o passivo, aliás, gera prazer para qualquer homem, inclusive heterossexuais que recebam carícias nessa região.

O sexo anal entre gays não é obrigatório, mas deve fazer parte da rotina do casal porque é o sexo que segura um relacionamento mais duradouro, mesmo que a relação sexual não passe de cinco minutos. Ninguém vive somente de amor, paixão ou brincadeiras sexuais, o sexo anal completa o cenário.

Recentemente eu escrevi sobre a sublimação do sexo entre gays idosos. Sublimar é amputar a sua natureza. É óbvio que existem mil motivos para não querer sexo. No contexto sexual, o anal é apenas mais uma entre tantas possibilidades da pratica do sexo entre iguais.

Para os gays idosos, o papel do passivo gera muito desconforto, principalmente, devido à perda da libido, além do envelhecimento do corpo e de doenças que afetam a região anal. Já o papel do ativo tem outras variantes e a ereção é um dos principais motivos de sublimação, mesmo com um aparato de medicamentos disponíveis no mercado. Acho que tudo é questão de cabeça porque na juventude o processo do sexo anal é mais doloroso psicologicamente.

Os gays podem e chegam ao orgasmo com frequência no sexo anal, muitos chegam ao orgasmo com uma punheta. Outros não chegam a gozar, mas sentem-se altamente estimulados. As maiores possibilidades de orgasmo na relação anal é quando o passivo pratica contrações musculares da região pélvica, que aumenta sua excitação, somada ao efeito da fantasia excitante de estar sendo penetrado pelo companheiro.

A excitação aumenta também no sexo anal quando os participantes estão envolvidos em muita fantasia e imaginação, muitos têm orgasmo sem qualquer outra estimulação, na verdade a experiência, a excitação e a erotização individual são determinantes na resposta sexual.

Portanto, como diz um amigo: relaxe e goze! Sem constrangimentos ou medos.

Leia também:

A sublimação do sexo entre iguais

Caro leitor, eu já estou em ritmo de férias, portanto, não estranhe a falta de novos posts nas próximas três semanas. Um abraço a todos, Regis

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Os militares gays

gay-military-with-flag1O fetiche com homens de farda sempre esteve presente no meio gay, principalmente, entre os homens que gostam de homens viris e másculos.

Para além da fantasia existe um mundo real e os militares homossexuais também sofrem todos os tipos de preconceito, seja porque os regimentos internos proíbem a homossexualidade ou porque a sociedade jamais admitiu ser protegida por gays, bombeiros, policial militar e das forças armadas ou outros profissionais que trabalham na proteção e segurança das pessoas e do território brasileiro.

As Forças Armadas baseiam-se em dois pilares básicos: Hierarquia e Disciplina. Cumpra as ordens superiores e comande os subordinados, respeite o regulamento, e você será um bom militar. Ao entrar para o mundo fardado, o militar é mais do que informado a respeito disto, e existe um regulamento expresso a cumprir. E em diversos aspectos, distinto da legislação civil a qual estamos acostumados.

No decorrer da minha vida, eu sempre esbarrei em militares homossexuais e pra mim pouco importou a origem e sim a pessoa. Desde um cabo ou sargento do exército até um capitão da polícia militar ou um coronel do corpo de bombeiros. Vale a máxima: “quanto maior a patente mais enrustido o gay”. Por conta de um mundo masculinizado o número de militares homossexuais é até mais baixo do que o percentual de gays em relação à população absoluta do país.

Quando eu servi o exército em 1978, eu pude vivenciar a danação de ser desejado pelos gays, principalmente, os mais velhos. Mas raras foram as situações onde eu era a figura principal. A farda era o objeto do desejo. Eu era coadjuvante – Puro fetiche!

E confesso uma coisa para vocês, vi muito homossexual por lá. Desde recrutas, sargentos e oficiais. Alguns eram inclusive afetados, você percebia facilmente os trejeitos. Mas partindo da premissa que suas funções fossem bem cumpridas e sua conduta em serviço estivessem de acordo com o Regulamento disciplinar, sem problemas.

sou-militar-e-sou-gay-marinhasexoHoje o cenário é mais favorável, mas os gays ainda estão distantes de serem reconhecidos ou aceitos no meio militar.

As mudanças relativas à aceitação de homossexuais começaram nas Forças Armadas dos Estados Unidos há mais de trinta anos e ainda não se consolidaram totalmente. Existem diversos registros de situações semelhantes em diversos países e as mudanças ocorrem a partir das mudanças dos direitos civis.

Atualmente a Marinha inglesa, considerada uma das melhores do mundo, tem um programa em associação com o Stonewall, um grupo que defende direitos de gays e lésbicas, para atrair estes grupos para suas fileiras.

É óbvio que no Brasil isso ainda é utopia e as mudanças começarão pela marinha brasileira(nem sei porque – é um palpite), mas aos poucos e por intermédio da mídia e da sociedade alguns poucos comunicados são oficializados sobre o tratamento aos homossexuais.

No ano passado o exército do Rio de Janeiro emitiu a seguinte nota: “O Exército Brasileiro não discrimina qualquer de seus integrantes, em razão de raça, credo, orientação sexual ou outro parâmetro”, informou, por meio de nota oficial enviada à imprensa escrita. A informação surgiu após questionamento sobre a posição do Exército em relação ao casamento, em maio de 2012, de um major, lotado em hospital militar de São Paulo, com um companheiro civil.

Ainda no ano passado uma notícia de ex-soldados brasileiros que foram forçados a fazer sexo com superior homossexual foi divulgada na mídia televisiva. Um grupo de ex-soldados brasileiros diziam que um tenente coronel fazia assédio sexual e forçava os recrutas a se engajarem em atos sexuais com ele a fim de continuarem suas carreiras militares – Assista aqui.

O relacionamento entre militares é pequeno se comparado ao relacionamento de militares com civis, justamente para não serem descobertos e até expulsos das corporações. O amor não escolhe farda!

Jovens gostam de militares mais velhos e os maduros e idosos preferem os militares mais jovens. Essa ordem não é específica e é válida para todos os gays masculinos, independente se o indivíduo é civil ou militar.

Enfim, o amor entre iguais e com envolvimento de militares sempre existiu e sempre existirá. Para os fetichistas de plantão é apenas mais uma fantasia envolvendo sexo e masculinidade e poucos casos de relacionamento estável, em contrapartida os militares gays buscam além da aceitação dentro das casernas, a aceitação social o que lhes permitirá abrir o leque de oportunidades de viverem a plenitude da sexualidade, independente da farda que os condicionam em caixas, gavetas e armários.

Leia também:

  1. O fetiche dos gays por uniformes
  2. Gay maduro nas Forças Armadas
  3. Presença de homossexuais nas Forças Armadas

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