Universo gay: pênis e mitos

A maioria dos mitos sobre o pênis tem a ver com o comprimento. Não existe um tamanho padrão e ideal e, muito menos, se atribui grau de masculinidade pela extensão do órgão sexual. A tão comentada virilidade está relacionada aos hormônios e o comprimento do pênis nada tem a ver com raça, cor ou idade.

As dimensões penianas se desenvolvem até os 18 anos e, já foi comprovado, que pênis a partir dos 8 centímetros, em ereção, são capazes de provocar prazeres sexuais.

Eu conheço um gay paulistano que é louco por pênis grande, preferencialmente, de homens com mais de 60 anos.

O interessante nesse fetiche é que ele nunca encontrou um gay idoso com o cacete acima da média e o pior, ereto!

Outro mito relaciona o gay passivo às preferências por pênis grande, comprido ou grosso. Isso é folclore, porque a passividade não tem nenhuma relação com o tamanho.

Nas saunas os garotões exibem o pênis duro para arregimentar clientes e a maioria não é tão ativo quanto se pensa e na hora do sexo não importa ao garoto o uso ou não do pênis, a única coisa que é importante é o tamanho da conta bancária do cliente.

No filme Boogie Nights, Eddie Adams, um lavador de pratos, transforma-se em Dirk Diggler, a estrela mais famosa do mundo pornô do final dos anos 70. O cacete prá lá de anormal lhe rende fama e dinheiro, mas também, problemas com drogas e o envolvimento sexual com homens.

Com toda a pressão social do mundo hetero e gay, surgiram novas patologias relacionadas ao pênis. Assim, descobriu a existência de homens com síndrome do pênis pequeno (SPP), também conhecida como “a síndrome do vestiário”.

O problema foi definido como doença a partir do momento em que apenas 0,6% dos homens possuem chamado micro pênis – comprimentos menores do que 6,85 cm.

Sempre ouço no meio gay: quem tem pênis pequeno é passivo. Isso é outro mito.

De uma forma geral, é verdadeiro afirmar que o cacete ereto excita os gays e a ereção está relacionada com o tamanho e o volume.É obvio que a maioria dos gays, principalmente os mais velhos não dão tanta importância ao tamanho, mas o mito sempre existiu.

O Pênis é um personagem clássico, já foi descrito em livros e virou estrela de cinema. Ele está à mostra nas saunas, nos banheiros públicos, no escurinho do cinema, em salas privadas de bate papo ou nas webcam.

Os gays adoram ver um cacete, porque isso é o que excita. Quem se excita olhando uma bunda ou um par de coxas?

Mesmo os gays ativos tem predileção por cacetes, a começar pelo próprio pênis que é diariamente acariciado e manipulado. A ele é dado todo um tratamento especial.

Tem homem casado que sai com travestis e gosta de ser penetrado, preferencialmente, por pênis avantajado. Os bissexuais em sua maioria se relacionam com homens por causa do pênis.

Outro dia eu ouvi um gay dizer que tem loucura de penetrar outro homem de “frango assado”, porque ele adora ver o cacete duro do parceiro. Vai entender.

Outra coisa interessante no universo gay: todos adoram um pênis; seja para olhar, tocar, acariciar, lamber, chupar ou literalmente, engolir, mas poucos dão o braço a torcer e admitem reverenciá-lo.

O mundo gay valoriza o corpo, a juventude, a beleza, o dinheiro e o PENIS.

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Sobre Regis

58 anos de idade, residente na cidade de São Paulo

Publicado em 08/07/2011, em Opinião, Sexo e marcado como , , . Adicione o link aos favoritos. 1 comentário.

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