Vida gay na África do Sul

Durante o apartheid, já existiam movimentos gays organizados. A maioria era nas comunidades brancas e alguns deles contra o regime. Após a queda do apartheid, houve maior expressividade nos movimentos e, aos poucos, foram se abrindo e se destacando.
Durante o regime do apartheid, a homossexualidade era crime com condenações de até sete anos de prisão. No caso das Forças Armadas, gays e lésbicas eram internados em hospitais psiquiátricos e centenas deles eram submetidos à cirurgias para castração química.

O processo de abertura foi rápido nas regiões urbanas como Cidade do Cabo e Johanesburgo, mas lento nas regiões menores, e principalmente nas áreas dominadas pela cultura afrikaaner -descendentes de holandeses nascidos na África do Sul.

Para os homens, a homossexualidade se tornou mais aceitável, mas, no grupo das lésbicas, o preconceito ainda é muito grande.

Os gays maduros e idosos a maioria brancos e de origem européia vivem isolados. Por ter uma condição financeira melhor, vivem nos grandes centros como a cidade do Cabo e Johanesburgo onde há maior visibilidade da comunidade gay.

Essas cidades recebem um número grande de gays, e preferem o exílio nos grandes centros do que enfrentar o preconceito nas cidades pequenas.

A África do Sul foi o 15º país do mundo a permitir a união de pessoas do mesmo sexo.

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