O fetiche das fotos de gays maduros

O principal fetiche dos gays na Internet é acessar imagens de homens nus, mas todos se esquecem que a fotografia publicada na web pode inflingir os direitos de imagem e autorais.

Hoje é muito fácil tirar uma foto digital com câmara ou celular e sem pedir licença ou autorização do fotografado publicar a imagem em sites de redes sociais como Facebook, Orkut e blogs, ou ainda via e-mail em arquivos PPS – aquelas apresentações feitas no PowerPoint.

Para o gay admirador de homens maduros a primeira identificação é o conjunto – rosto + corpo + membro – aí nem passa pela cabeça se o homem da foto é gay ou hetero, ativo, passivo ou versátil, mas se o homem é gostosão e preenche os seus requisitos.

Achar um homem bonito é natural, observar imagens também, mas no caso das imagens de homens nus tem a ver com as fantasias do subconsciente e podem esconder frustrações que estão fora do seu alcance no mundo real.

Os psicólogos classificam este fetiche como uma doença chamada voyeurismo – e o brasileiro é especialista na ação de “olhar”. Enquanto doença o indivíduo não se relaciona fisicamente, mas apenas observa porque sente tesão no ato de olhar e em muitos casos se masturba e isso pode virar uma compulsão e perder o controle. Nesta situação o melhor é procurar tratamento psicológico.

Na imagem que ilustra este artigo eu ocultei o pênis e coloquei propositalmente uma caixa de presentes, porque quem observa a fotografia procura o conjunto e se não vê o sexo exposto imagina se ele é grande, pequeno ou se está ereto – isso é fetiche.

O resultado é frustrante para quem observa a foto, porque o cérebro processa rapidamente as informações visuais e para compensar a frustração reprocessa as imagens e cria outra maneira de interpretar a fotografia. Sai o fetiche e entra a contemplação da beleza facial, do corpo, das pernas, etc. e fica uma exclamação: que pena! tão gostoso, mas seria melhor se o pênis estivesse visível – é a busca pelo falo, a subjetivação masculina.

Este artigo não é uma brincadeira e sim uma maneira de educar, tanto nas questões da privacidade e direitos autorais quanto no entendimento do fetiche enquanto fantasia inofensiva e saudável.

Lembra onde está Wally? Pois é, então tente encontrar na imagem deste artigo o objeto oculto pela caixa de presentes cor-de-rosa.

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Sobre Regis

58 anos de idade, residente na cidade de São Paulo

Publicado em 03/03/2010, em Comportamento, Curiosidade, Internet, Sexo e marcado como , , , . Adicione o link aos favoritos. 9 Comentários.

  1. Em vez do presente, uso um lacinho rosa.

  2. É bem o meu fetiche, mas quero um real..

  3. Achei a parte que falta o que eu ganho (esta no canto direito superior da foto)

  4. Eu gosto de olhar homens maduros. Vestidos ou não. Para mim, não existe nada mais bonito. Mesmo que eles sejam um bando que se acham a nona maravilha do mundo (sim, porque a oitava é sorvete de chocolate).

  5. Mornasso Silva

    Adorei está foto do post

  6. adorei a foto. Isso é fetiche mesmo!

  7. ta no canto direito acima na foto

  8. Eu achei, está duríssimo…….rsrs………

  1. Pingback: Gays maduros e os limites do fetichismo | Grisalhos

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